domingo, 28 de novembro de 2010

Conclusão

Ao mesmo tempo em que a mídia “incentiva”, ela condena as doenças causadas pela compulsão por magreza, anabolizantes, preconceito e o consumo de cigarro e bebidas. O padrão de beleza não satisfaz nem quem o segue, nem quem não o segue. Por mais que o individuo queira estar sempre atualizado com a moda, com o peso e forma “ideais”, a indústria da “corpolatria” não permite que ele se sinta totalmente feliz; no dia em que ela o fizer, se extinguirá pelo seu próprio sucesso. A idéia não é que a pessoa se sinta feliz ou satisfeita, pelo contrário, para sobreviver essa indústria precisa de pessoas sempre frustradas, sempre querendo “melhorar”.

A moda e a boa forma são indefiníveis; o individuo nunca alcançará a perfeição quanto a estes aspectos já que ela não existe. Moda e boa forma são conceitos descartáveis, o que causa uma confusão na cabeça da pessoa, que não sabe se tem que estar magra ou “gostosa”, e tem que estar sempre renovando o guarda roupa para se garantir.

Ninguém está mais próximo da perfeição, portanto ninguém tem o poder de julgar o outro pela aparência, uma vez que o que designa o caráter no ser humano é o “quem ele é” e não “o que ele é”. Por essas e outras foram criados os “movimentos contraculturais”, como os straigth edges, que não consomem drogas nem bebidas alcoolicas, os hippies e os punks por exemplo. Não aceitar essas imposições de estética e comportamento é o melhor a se fazer; fugir dos padrões é mostrar que dá pra ser feliz sendo você mesmo.
Não sugiro que todos incorporem a esses movimentos, mas que saibamos viver, sem nos preocupar com o que pensam de nossa aparência.







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